O quinto e último episódio apresenta duas importantes coleções do museu: os álbuns de retratos do Militão Augusto Azevedo, do século 19, e a Coleção Nery Rezende, de uma mulher negra que criou um arquivo pessoal que retrata a vida cultural de São Paulo de meados do século 20.
Contra a desmemória: estar com pessoas negras na fotografia de Stefania Bril
Entre o interior e a capital paulista na década de 1970, durante a ditadura militar, Stefania Bril produziu imagens de pessoas negras que fogem aos estereótipos visuais correntes desde princípios do século XX.
Guilherme Santos da Silva | Pra vela não se apagar: entrevista com o curador
O curador Alexandre Araujo Bispo comenta sobre a obra de Guilherme Santos da Silva, suas relações com a tradição da pintura brasileira e da exposição Pra vela não se apagar, primeira individual do artista na Janaina Torres galeria.
“Fé na arte”, Festival ZUM 2022
Os artistas mostram como a vocação pela arte, comunitária ou religiosa, é capaz de transformar o cânone, a história e a sociedade.
Quais são os lugares de acolhimento das pinturas afro-orientadas na curadoria contemporânea?
A roda de conversa faz parte da produção do Dossiê Temático da Revista Apotheke “Outros tons para o debate afro-diaspórico na arte e a fortuna da cor” organizado por: Prof.ª Dr.ª Renata Felinto (URCA), Fabiana Lopes (Curadora independente e Doutoranda em Estudos de Performance pela New York University), Dr. Alexandre Araujo Bispo (Antropólogo, curador e crítico independente) e Maria Macêdo (Artista Visual).
A renovação da pintura brasileira a partir das temáticas afro-orientadas e noções sobre estéticas africanas
A roda de conversa faz parte da produção do Dossiê Temático da Revista Apotheke “Outros tons para o debate afro-diaspórico na arte e a fortuna da cor” organizado por: Prof.ª Dr.ª Renata Felinto (URCA), Fabiana Lopes (Curadora independente e Doutoranda em Estudos de Performance pela New York University), Dr. Alexandre Araujo Bispo (Antropólogo, curador e crítico independente) e Maria Macêdo (Artista Visual).
Depois do fogo: a trajetória de um material educativo
O curador educativo da 14ª Bienal Naïfs do Brasil – Daquilo que escapa (2018), no Sesc Piracicaba, recorda um incidente particular, que ocorreu à época da exposição, para refletir sobre o uso dos materiais educativos de mostras de artes visuais.
Cultura visual de luta: Todo poder ao povo!
Os protestos recentes contra a violência institucional a pessoas negras nos EUA se espalharam com rapidez pelo planeta, despertando um sentimento de solidariedade transnacional inédito no qual muitos brancos reconhecem, finalmente, seus privilégios.
“Abundância” e vulnerabilidade: fomento, criação e circulação das artes negras entre 2016 e 2019
fotos André Ricardo, Maiara Cerqueira, Sérgio Adriano H., Rômulo Fialdini e MANDELACREW capa Série Ruptura do Invisível –…
Um olhar sobre a arte das mulheres latino-americanas
Igor Simões, um dos curadores da Bienal do Mercosul, fala em entrevista sobre a mostra…